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Mostrando postagens de setembro, 2013

Politicamente correto

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Eu trabalho, estagio, estudo. Sou dono do meu nariz e sei muito bem o que faço. Estou me graduando apenas por consciência. Tudo o que os professores falam eu já sei. Aliás, para falar a verdade, eles não sabem de muita coisa. Estão ali apenas para ganhar o deles. Em sua maioria, são um bando de fracassados e revoltados que insistem em se sentirem melhores do que eu. Mas, tenho que ser sincero, sempre tem aquele professor que é “master”. Esse sim. Esse está na minha lista. Preciso dele. Preciso e gosto de estar por perto, de mostrar que sou inteligente, que tenho conteúdo. Entro apenas nas aulas de que preciso. Uma ou outra. O resto não me interessa. Eu pago esse curso (ou o governo paga, tanto faz). A minha capacidade é tamanha que vendo trabalhos acadêmicos. Por vezes, também compro (por cansaço e falta de tempo, jamais por incapacidade). Se há uma palestra de um profissional da área... Boa! Mais um dia em que eu ficarei em casa. Não perco o meu tempo com esse tipo de coisa. ...

Os sete pecados não me competem

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Sou uma pessoa humilde. Faço questão de sê-la. A quem me perguntar o que penso do mundo, responderei de pronto. Aguçado com o meu olhar sobre o cotidiano, numa prosa gramaticalmente bem elaborada, nem sempre muito bem embasada, mas com toda a certeza, afiada.          Sou humilde porque trabalho com pessoas, com os fatos, com o mundo. E seria impossível eu ser diferente. A realidade é dura. Apenas para quem sabe ouvir, discernir e retratar cada acontecimento. Essa mescla de qualidades assina a minha carta de cidadão exemplo.          Não possuo os pecados capitais. Dentro do meu dia-a-dia não posso me ater à inveja. Muito embora ela exista, basta que eu faça o melhor, e pronto! Quem acaso se importa com a inveja, desde que esteja em destaque? Igualmente acontece com a preguiça. Jamais será minha companheira! Estou sempre na atividade, vou atrás do que preciso. Às vezes não preciso sair da minha ...

Um pensamento qualquer sobre a insatisfação profissional

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A busca pela felicidade é uma das grandes causas da humanidade. Seja afetiva, social, familiar ou profissionalmente, o ser procura constantemente a satisfação. Não deixando de lado os demais fatores que completam a formação do indivíduo, talvez, o campo profissional seja um dos que mais cause insatisfação pessoal. Somos culturalmente moldados para entrar no mercado de trabalho em busca de um posto que nos dará, acima de tudo, conforto, e, um poderio econômico capaz de nos impulsionar a um status (que dentro de um padrão estabelecido pela sociedade seja considerado alto). Não raro, encontramos pais que carregam em suas bagagens de pretensões futuras frases do tipo: “o meu filho será médico (advogado, juiz)” e tantas outras profissões consideradas pela massa como pertencentes a um patamar mais elevado do que o dos demais ofícios. Dessa forma, é natural imaginar que o que esses pais realmente querem para os seus tutelados é uma condição financeira aliada ao status, afinal...